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Obtenção de título de especialista em Endocrinologia: saiba como se preparar

20 minutos para ler

Caro(a) colega médico(a), a obtenção do título de especialista em Endocrinologia é um dos pontos altos da carreira de quem escolhe se dedicar a essa área tão nobre da Medicina.

Com ele, o(a) colega médico(a) atesta seus conhecimentos e sua capacidade técnica, além de poder se denominar endocrinologista no seu carimbo, na placa do consultório, nos papéis timbrados, nas redes sociais e em outros meios de divulgação.

No entanto, o teste não é simples, pois avalia profissionais altamente especializados, cuja relevância social é muito alta. Portanto, é preciso se preparar para uma prova de nível avançado, que aborda todos os temas mais importantes da área.

Preparamos este artigo especialmente para ajudar o(a) doutor(a) a garantir sua aprovação. Boa leitura!

Quem pode fazer a prova de título de especialista?

O principal meio de acesso ao título de especialista é a realização de uma residência ou o requerimento do Registro de Qualificação de Especialista (RQE),após a aprovação na prova de título.

No segundo caso, só é possível requisitar a participação na prova de título de especialista após a comprovação de experiência profissional por um período de 8 anos. O último edital apresentou as seguintes exigências:

“… desenvolvimento de atividades práticas, em período mínimo de 08 (oito) anos, conforme artigo 7º, da Resolução nº 2.148/163 , do Conselho Federal de Medicina (CFM) c/c os artigos 1º, II, A e 5º, da Resolução nº 02/06, da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e item C3) do ofício AMB nº 119/164, por meio de “Declaração” padrão disponível no endereço http://endocrino.org.br/teem, que deverá ser impressa em papel timbrado, conter firma reconhecida do Responsável pela Clínica, Unidade Ambulatorial ou Hospitalar onde o candidato desenvolve ou desenvolveu a prática de Endocrinologia e Metabologia E de 02 (dois) profissionais médicos portadores de título de especialista emitido pela SBEM/AMB, acompanhada de cópia simples das identificações dos profissionais (CRM`s) e do Certificado de Especialista”.

Qual é a importância de ter um título de especialista?

Com a aprovação na prova de título, o(a) colega médico(a) passa a ter o direito ao Registro de Qualificação de Especialista (RQE) nos Conselhos Regionais de Medicina.

O título de especialista é essencial para conquistar novos pacientes e melhores vagas de emprego. Inclusive, por esse motivo, muitos profissionais se arriscam em se declarar endocrinologistas sem ter o RQE. No entanto, isso é grave e traz diversas consequências tanto para o profissional quanto para o paciente.

Segurança do paciente

O(a) doutor(a) deve ter em mente que a necessidade do RQE e a exigência do título de especialista não são apenas burocracias. Afinal, elas representam resultados de muitos estudos para aprovação na prova da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), de milhares de horas dedicadas ao cuidado com os pacientes, de pesquisas para atualização profissional e frequência em cursos, além de outros investimentos na carreira.

Na Endocrinologia, manejamos casos muito complexos. Um erro de dosagem de insulina pode levar a crises fatais de hiperglicemia; a não-identificação de um nódulo de tireoide suspeito atrasa o tratamento de neoplasias agressivas; a indicação incorreta de uma punção de agulha fina em massas cervicais pode facilitar as metástases, entre tantas outras consequências muito graves da falta de preparo.

O caminho da prova de título permite que nosso(a) colega médico(a) sinta mais segurança na sua prática e possa conquistar novos caminhos. Assim, estará capacitado a oferecer os melhores cuidados para os pacientes, com as melhores medidas de promoção da saúde, prevenção de doenças e tratamentos.

Com isso, o(a) doutor(a) alia toda a experiência prática de anos e a complementa com uma capacitação teórica completa e atualizada. Nesse sentido, é imprescindível contar com o auxílio de mentores atuantes para aprender as melhores práticas e desenvolver habilidades essenciais. 

Conformidade com o Código de Ética Médica

Esta é uma das maiores preocupações que todo(a) colega médico(a) deve ter: respeitar o Código de Ética do Conselho Federal de Medicina. Para nós, ele tem força de lei e é suficiente para motivar processos administrativos contra quem não respeita as suas regras.

A Justiça Brasileira já referendou a posição de que os órgãos do Conselho Federal de Medicina têm autonomia para estabelecer os requisitos para a obtenção do RQE. Ou seja, atualmente, somente profissionais aprovados em provas de títulos oficiais têm esse direito.

O artigo 114 Código de Ética Médica é bem claro nesse sentido, estabelecendo que é vedado ao médico:

Art. 114. Anunciar títulos científicos que não possa comprovar e especialidade ou área de atuação para a qual não esteja qualificado e registrado no Conselho Regional de Medicina.

Além disso, ele não poderá deixar de omitir em suas comunicações todos os seus dados de registro profissional, inclusive o RQE para comprovar a condição de especialista:

Art. 117. Deixar de incluir, em anúncios profissionais de qualquer ordem, seu nome, seu número no Conselho Regional de Medicina, com o estado da Federação no qual foi inscrito e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) quando anunciar a especialidade.

Na verdade, o médico está autorizado a praticar qualquer ato, então a limitação não está relacionada à atuação em si. Ela proíbe a divulgação e a autodenominação como especialista. Por isso, existe o caminho da prova de título para ajudar os médicos que estão há anos atuando, mas não fizeram a residência.

Maior capilaridade em convênios

Os melhores convênios têm exigido que os médicos associados tenham RQE para poder figurarem no quadro de especialistas. Essa é uma maneira de garantir que todos os seus clientes terão acesso a bons profissionais e ficarão satisfeitos. Então, com o título de especialista, haverá muito mais oportunidades de conquistar pacientes dos planos de saúde.

Há também maiores chances de aumentar o valor recebido por consulta, visto que, quanto maiores forem as exigências dos convênios, maior é o valor médio da consulta paga ao profissional. Portanto, sua qualidade de vida melhora, uma vez que pode ir além dos plantões, que comprometem seu tempo com a família e o lazer.

Entrada para a elite dos médicos

A prova de título de especialista garante a entrada para a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, à qual estão associados os melhores endocrinologistas do País. A partir disso, haverá várias oportunidades de crescimento. Caso o(a) doutor(a) persista no caminho da constante atualização e capacitação, poderá participar da elaboração das diretrizes para tratamento das doenças, organizar eventos e se tornar uma referência nacional.

Como funciona a prova?

As provas médicas, geralmente, exigem um alto nível de conhecimento, pois precisam garantir que o aprovado tenha domínio teórico suficiente para lidar com questões que envolvem a saúde e o bem-estar das pessoas. Por isso, é preciso cobrir o máximo de assuntos possíveis de forma relevante para a atuação profissional.

Nesse sentido, a prova da SBEM acontece em dois dias consecutivos. No primeiro, há a prova de múltipla escolha, que dura quatro horas. São 100 questões fechadas que cobre todos os assuntos da Endocrinologia, desde doenças muito prevalentes, como a diabetes mellitus e as patologias da tireoide, até as mais raras, como as neoplasias da paratireoide.

O especialista recebe casos complexos e precisa saber profundamente o diagnóstico e a conduta de todos os casos. Na prova, haverá tanto questões práticas quanto teóricas sobre a Fisiopatologia.

No segundo dia, a prova é aberta e apresenta 10 casos clínicos com perguntas bem objetivas. O foco é avaliar a capacidade do candidato de reunir as informações clínicas para uma conduta diagnóstica e terapêutica precisa.

É uma prova que demanda uma preparação bem intensa a respeito dos temas. Na bibliografia, o(a) doutor(a) verá que são indicados vários livros nacionais e internacionais, além de todos os periódicos indexados sobre Endocrinologia. Ou seja, muitos conteúdos atualizados, com base em artigos recentes, podem ser cobrados na prova.

Nesse sentido, acreditamos que é necessário o auxílio de professores que estão atuando há vários anos no mercado do ensino médico para provas de título. Afinal, eles entendem bem a dinâmica dos testes e podem indicar os assuntos mais relevantes a cada ano. Como eles conhecem o perfil de cada profissional da banca de elaboração da prova, também podem ajudar a prever como cada assunto será abordado.

Dicas de estudo

Para dar algumas dicas de estudos nós, mais de 70 professores médicos da AproMed | Ética e Profissionalismo, convidamos, convidamos nossa cara colega Fátima Ramos, (CRM: 29307 | RQE: 8908), especialista pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, membra titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e da Sociedade Brasileira de Diabetes. Professora e coordenadora do curso preparatório para a prova de título de especialista médico da AproMed, é referência em ética e profissionalismo.

Veja, a seguir, o que a doutora tem a recomendar para esse momento de preparo.

Faça uma análise dos temas dos anos anteriores

Essa é uma dica que serve para todas as provas. Como, geralmente, são as mesmas bancas que elaboram as questões, há uma predileção por determinados temas.

Na área médica, podemos falar que há uma regra que norteia a elaboração dos testes: a quantidade de questões é proporcional à prevalência das doenças e ao impacto social. As mais importantes populacionalmente recebem maior atenção, com um maior número de questões, enquanto as mais raras são cobradas em perguntas pontuais.

Todavia, há também assuntos que são de interesse pessoal dos membros da banca. Então, eles precisam ser estudados. Nesse ponto, o auxílio de profissionais experientes na prova pode fazer toda diferença. Afinal, com a mudança dos membros das bancas, eles são capazes de indicar quais assuntos podem deixar de ser mencionados e quais podem ser mais cobrados, quebrando o padrão dos anos anteriores.

Construa um repertório de conhecimento

Para a prova, é necessário que o(a) doutor(a) tenha conhecimento sobre as mais diversas áreas e abordagens da Endocrinologia e da Metabologia. Ou seja, não é suficiente estudar apenas tratamento ou diagnóstico. É preciso se aprofundar em todos os assuntos e integrá-los, como:

  • mecanismos fisiopatológicos;
  • epidemiologia e estatísticas;
  • promoção de saúde;
  • implicações sociais;
  • impactos do processo de adoecimento no paciente;
  • técnicas e conceitos medicinais com base em evidências;
  • ética profissional;
  • relação médico-paciente.

A construção do repertório é feita com o estudo diário e constante em diversas fontes, como livros, artigos, comunicações de congresso, palestras, cursos etc. Novamente, a participação de um mentor no processo otimiza bastante o aprendizado. Afinal, o(a) colega médico(a) estará amparado por uma pessoa que já construiu um bom repertório e é capaz de perceber as tendências da área.

Acompanhe as atualidades

A Medicina é uma área em constante renovação. No intervalo de poucos anos, uma prática ou um conceito pode mudar bastante. Por exemplo, a cada nova diretriz de diabetes mellitus, aspectos importantes do diagnóstico e do tratamento mudam conforme os grandes trials e metanálises são lançados.

Para citar um exemplo, há dois anos não era possível fechar o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 com duas análises feitas na mesma ocasião. Hoje, se uma hemoglobina glicada e uma glicemia de jejum solicitadas na mesma oportunidade estiverem na faixa do diabetes, é possível confirmar o diagnóstico.

Além disso, outros assuntos passaram a ser muito discutidos, como:

  • incongruência de gênero e redesignação sexual;
  • infecção respiratória pela cepa SARS-Cov 2 do coronavírus e seu impacto nas doenças crônicas;
  • novas estratégias diagnósticas e terapias-alvo para neoplasias endócrinas com uso de novos biomarcadores.

Analise e estude a bibliografia do edital

A Professora Fátima Ramos tem uma dica valiosa:

O ideal é pegar a bibliografia que está no edital. Lá, estarão os temas e em que eles devem ser lidos. É preciso focar bem nesses livros, porque, geralmente, eles são escritos por professores que ajudam na confecção da prova. Então, é importante não fugir dessa bibliografia proposta.

No entanto, ler toda a bibliografia pode parecer impossível, certo? Afinal, ali estão milhares de páginas de livros extremamente densos. Ademais, alguns livros estão em inglês — o que dificulta o acesso para quem não domina a língua.

Por isso, é imprescindível ter o auxílio de um curso que ofereça apostilas com os assuntos condensados, de acordo com o que é mais relevante na prática clínica e o que é cobrado na prova. Caso haja alguma questão duvidosa, os professores podem ajudar o(a) colega a elaborar os recursos.

Faça um curso preparatório

Os cursos preparatórios são os maiores aliados do médico que quer prestar a prova de título de especialista. Afinal, eles contam com professores especializados na prova, que a estudam todos os anos para saber como os temas são cobrados, os temas mais frequentes, as características da banca e as estratégias de estudo mais eficientes.

Contudo, é fundamental optar por um curso com a melhor organização e infraestrutura para o ensino. Na AproMed | Ética e Profissionalismo, o(a) doutor(a) conta com os seguintes diferenciais:

  • aulas presenciais — reforçamos nosso ensino virtual com as aulas expositivas tradicionais. Nelas, o(a) senhor(a) terá contato direto com o professor para tirar dúvidas e conversar;
  • atualizações de questões — um dos problemas de estudar sozinho é que, conforme novas evidências e recomendações surgem, as respostas das perguntas da prova podem mudar;
  • questões resolvidas e simulados — temos todas as questões das provas anteriores resolvidas e atualizadas;
  • aulas virtuais— elaboramos aulas exclusivamente para o ambiente digital, com base nas especificidades desse canal. Há uma diversidade de temas, como Endocrinologia Básica, Neuroendocrinologia, Endocrinologia Pediátrica, entre outros. Confira os módulos aqui;
  • casos clínicos — há também a resolução de casos clínicos completos com a complexidade da realidade;
  • mentorias — o(a) colega poderá contar com um mentor experiente para solucionar suas dúvidas online, dar dicas de estudo, tranquilizar o(a) doutor(a) em relação à prova e ajudar nos recursos, além de tantas outras ações.

Quais são os assuntos mais cobrados?

Fisiologia, Citologia, Histologia, Farmacologia, Medicina Celular e Molecular

A prova da SBEM tem como característica não cobrar apenas conteúdos relacionados à prática clínica ambulatorial ou hospitalar, mas também questões teóricas da Biologia Hormonal. Então, se o(a) doutor(a) nunca revisitou a Fisiologia Hormonal, a Histopatologia e a Medicina Molecular de forma intensa e sistematizada depois do ciclo básico, é preciso começar.

No entanto, a prova da SBEM cobra intensamente esses temas de forma isolada em questões sem correlações clínicas:

  • em 2019, havia perguntas sobre associação de receptores hormonais com os medicamentos que atuam sobre eles, neuro-hormônios do núcleo arqueado, alças de feedback dos hormônios sexuais, alterações dos hormônios tiroidianos na gravidez, entre outros;
  • em 2018, foi perguntado aos candidatos sobre hormônios que não ultrapassam a barreira placentária, receptores relacionados às manifestações valvares dos agonistas dopaminérgicos, mecanismos de mutação genética, receptores e transportadores dos mais diversos hormônios, histofisiologia da formação óssea, entre outros;
  • em 2017, foram cobrados assuntos igualmente diversos, como interpretação do nível de evidência de uma diretriz, função das apoproteínas, metabolismo da vitamina D, canais e receptores das células beta pancreáticas, quais são os efeitos comuns da insulina e dos hormônios tiroidianos, entre outros.

Ademais, espere também que esses temas sejam abordados de forma aplicada no contexto de cada doença. Uma boa parcela da prova está relacionada a perguntas, como:

  • identificação de genes e mutações relacionadas à gênese da condição;
  • farmacocinética e farmacodinâmica dos medicamentos usados no tratamento;
  • Fisiopatologia e Anatomia Patológica;
  • correlação entre o substrato fisiopatológico e as manifestações clínicas e laboratoriais etc.

Diabetes e tireoide

Certamente, a diabetes e as doenças tireoide são os assuntos mais cobrados em qualquer prova de Endocrinologia. Afinal, são condições muito prevalentes e que dominam os consultórios do generalista ao especialista. Além disso, são doenças que podem ser eficazmente controladas com um bom tratamento médico. Então, a relevância do profissional clínico é enorme.

Conforme a professora Fátima Ramos explica, é um assunto dominante, mas não deve ser o único estudado. Afinal, isso não garante a aprovação. A prova realmente cobra muitos temas, pois há questões suficientes para abranger diversas patologias de outros eixos endócrinos importantes, como a paratireoide, a hipófise, as suprarrenais, entre tantos outros.

Também será preciso dominar conceitos importantes em Metabologia, como obesidade e síndrome metabólica — assuntos igualmente prevalentes e com uma incidência que cresce a cada dia.

Suprarrenal

A suprarrenal também é um assunto muito frequente nas provas devido à sua importância para a homeostasia em diversas condições fisiológicas. Além disso, há doenças prevalentes ou graves que demandam uma rápida identificação e conduta adequada do especialista. Estes são alguns temas interessantes para o estudo:

  • neoplasias da suprarrenal, como o feocromocitoma;
  • diagnóstico diferencial da hipertensão primária e secundária;
  • relação dos glicocorticoides com hormônios sexuais, tireoidianos e a insulina;
  • Histologia e Fisiologia;
  • alças de feedback.

Paratireoides

No caso das paratireoides, é preciso prestar atenção na patologia mais frequente dessa glândula: o hiperparatireoidismo. Em relação a ele, tenha atenção ao diagnóstico e às condições clínicas que podem indicar um alerta, como osteoporose intensa ou em mulheres em idade fértil, cálculos renais de repetição, dor óssea generalizada persistente, entre outros.

Aqui, o candidato também precisará saber a conduta diagnóstica e terapêutica de adenomas e hiperplasias — as principais causas de hiperparatireoidismo. Entenda a aparência ao ultrassom, quando pedir PAAF, a descrição histológica da lesão etc. Além disso, não deixe de conferir condições, mais raras, como as neoplasias malignas.

Atualidades

O domínio dos assuntos atuais é essencial para fazer a prova. A professora Fátima, que trabalha há anos com a preparação para a prova, apontou alguns temas:

  • biotina — essa medicação é muito utilizada na Dermatologia, mas altera o resultado de diversos hormônios. É um tema que ainda não está nos livros e pode ser cobrado;
  • incongruência sexual — como houve um aumento da identificação da condição e do acesso à cirurgia de redesignação, é importante ter conhecimento sobre os aspectos sociais relacionados, terminologias de gênero e sexo, saúde mental, redes de assistência, entre outros.

Muitas vezes, os candidatos só têm a oportunidade de conhecer esses assuntos em um curso com professores que estão em contato constante com os mais novos artigos científicos e que frequentam os congressos da área.

O curso preparatório para a prova de título de especialista da AproMed oferece a oportunidade para que o(a) colega médico conheça todas as tendências e atualizações.

Coronavírus

Um tema atual extremamente relevante é a pandemia causada pelo coronavírus. E, de forma geral, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia sempre inclui os assuntos de maior relevância social nos seus testes. Isso garante que os profissionais aprovados tenham um perfil proativo em buscar a atualização técnica.

Em 2020, não há nada que se compare à relevância da infecção pelo COVID-19. Inclusive, o cenário reflete bastante na endocrinologia, pois um dos grupos de risco mais importantes é o de portadores de diabetes.

Sabemos que essa doença crônica tem impacto sobre toda a saúde do indivíduo, causando um estado de imunossupressão significativo caso o tratamento não esteja otimizado. Nesse sentido, um bom controle clínico com um endocrinologista pode fazer toda a diferença para o paciente.

Portanto, nesta prova, o(a) doutor(a) precisa estar preparado(a) para questões relacionadas aos seguintes temas:

  • desafios do diagnóstico das síndromes gripais e da insuficiência respiratória em diabéticos;
  • taxas de morbimortalidade dos diabéticos infectados com COVID-19;
  • controle glicêmico do diabético hospitalizado, entre outros.

Com tudo o que vimos, o que realmente garantirá sua aprovação na prova de títulos será uma excelente preparação . Pensando nisso, a AproMed está aqui para oferecer o melhor ensino. Com dedicação e o parceiro certo, o RQE se torna uma realidade próxima!

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Prezados colegas médicos(as), divulguem esse conteúdo para seus colegas médicos. Vamos valorizar o título de especialista registrado no CRM, pois essa ação trará melhoria para a Medicina brasileira, além de alertar a todos para a exigência do CFM.

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