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TED: saiba como se preparar para o título de especialidade em Dermatologia de 2020

22 minutos para ler

Uma prova de título muito procurada pelos profissionais é a de Especialista em Dermatologia. Ela é elaborada todos os anos pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, a maior e mais famosa associação de médicos(as) dessa especialidade.

Mais conhecida pela sua abreviação, TED, o Exame para Obtenção de Título de Especialista em Dermatologia causa apreensão em muitos(as) colegas médicos(as) devido à sua reputação de ser uma prova muito difícil, que os candidatos tentam várias vezes antes de passar.

Mas isso é um mito: o que ela demanda mesmo é uma excelente preparação, pois realmente cobra todos os assuntos que uma pessoa que vai atuar na atenção secundária precisa saber. Afinal, os(as) médicos(as) generalistas vão procurá-lo quando os casos forem mais complexos. Portanto, é uma prova muito ampla e diversa. A responsabilidade é grande, então seleção precisa ser rigorosa.

Entretanto, temos a certeza de que o(a) colega médico(a) está à altura do desafio. Quer saber como se preparar? Nós, os(as) mais de 70 professores médicos(as) da AproMed | Ética e Profissionalismo, daremos as melhores recomendações. Acompanhe o artigo e entenda!

O que é a TED?

No edital de 2020, que provavelmente será a base do edital de 2021, há vários caminhos para requisitar a participação na prova de título. Vamos abordar brevemente cada um deles a seguir.

Pela Código de Ética Médica atual, todos aqueles que concluem os programas de residência médica em dermatologia reconhecidos pelo MEC podem se declarar especialistas sem prestar a prova de título de especialista. Todos os demais, no entanto, precisam se submeter a ela. Quem são eles?

  • Quem concluiu residência médica de, no mínimo, 3 anos de duração no exterior;
  • Quem concluiu curso de 3 anos de especialização ou 3 anos de estágio em dermatologia em programa equivalente a residência Médica em Dermatologia da CNRM, em Serviço credenciado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD);
  • Quem tem, ao menos, 6 anos de experiência prática comprovada.

Muitos dos(as) colegas médicos(as) que fazem a prova de título se enquadram nesse grupo. São pessoas que estão atuando no mercado de trabalho há anos, mas não fizeram uma residência ou uma especialização com estágio de carga horária prática suficiente.

Então, eles precisam da aprovação na prova de título de especialista em dermatologia (TED) para ter direito ao Registro de Qualificação de Especialista (RQE). Para isso, eles precisam comprovar a experiência nos termos do edital:

Comprovação de treinamento/capacitação na especialidade de Dermatologia, por meio de atividades profissionais, realizadas em um período de tempo equivalente a duas vezes o recomendado pela CME (Comissão Mista de Especialidades) (6 anos). Olá, redator(a)!

A AproMed | Ética e Profissionalismo tem como principal objetivo ajudar esse(a) colega médico(a) a obter sua aprovação com um programa de estudos eficiente, o qual utiliza as melhores metodologias de ensino médico.

Quais os benefícios do título de especialista?

Desde 2012, o Conselho Federal de Medicina exige que os especialistas tenham um registro especial, chamado de Registro de Qualificação de Especialista. Sem ele, o(a) colega médico(a) não pode se denominar dermatologista e nem se divulgar como tal. Caso contrário, ele está sujeito a uma série de penalidades por infração ética.

Além disso, a coordenadora do nosso curso de Dermatologia, a Professora Sâmara Cassimiro (CRM: 36582 | RQE: 17245), mestrado pela USP, médica pela UFJF, especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que a filiação à SBD traz várias vantagens:

A maior importância é o médico ter reconhecimento da SBD e, portanto, poder requerer seu RQE. Então, ele tem maior acesso aos congressos relacionados pela Sociedade, que, às vezes, o médico comum não pode participar. Junto a isso, conquista o RQE. Assim, pode divulgar que atende como dermatologista, que é um dermatologista.

Até mesmo em centros menores, vejo uma discriminação e um receio de ser denunciado. O próprio médico sem RQE se sente marginalizado por não poder participar da SBD e falar do seu reconhecimento por ela.

Por mais que ele trabalhe na sua cidade e, às vezes, ele já tem um reconhecimento profissional, ele quer esse título para ser reconhecido pela sociedade de dermatologistas.

Como estudar para a prova?

A Professora Sâmara Cassimiro (CRM: 36582 | RQE: 17245) explica que prova tem a mesma estrutura todos os anos:

Ela tem duas etapas. Na primeira, são 80 questões objetivas. Há temas que sempre caem todos os anos. Quem obtém 60% dessa prova vai para a segunda etapa, uma prova teórico-prática. Ela é aberta e cai imagens de patologia clínica, anatomia patológica e casos clínicas.

Comece com antecedência

A Professora também explica que o grande diferencial de quem é aprovado está na dedicação intensa e com o tempo de preparo necessário:

Ele tem de se preparar, por no mínimo um ano. O conteúdo é bem extenso. Há até um certo terrorismo, pois ele vê pessoas que tentaram várias vezes e não conseguiram passar. As pessoas que passam tem de se dedicar aos estudos. Não basta fazer apenas o curso preparatório, ele tem de estudar em casa, fazer um cronograma e se planejar. É um ano com dedicação e com um esquema de estudo organizado.

Não pense só em conteúdo, mas em competências

Essas provas não objetivam apenas avaliar o domínio teórico, mas todo o conjunto de habilidades que um dermatologista de excelência deve ter. Por isso, ter o título da SBD traz tanto prestígio.

Então, na hora de estudar, pense de forma integrada nas seguintes competências:

  • interpretação semiológica dos sinais e sintomas;
  • integração dessa habilidade com a epidemiologia;
  • associação com a fisiopatologia desde o nível molecular das doenças;
  • compreensão sistêmica das patologias;
  • conhecimento de efeitos colaterais dos fármacos mais usados em dermatologia, entre outras.

Dentro todas essas, a interpretação de laudos anatomopatológicos está, sem dúvidas, entre os três assuntos mais abordados na prova da TED. Junto com a identificação e descrição correta de lesões elementares, essa é uma das habilidades mais importantes para a prática.

À medida que novas técnicas e marcadores são incorporados ao dia a dia e o papel propedêutica complementar molecular se amplia para diversas patologias, torna-se impossível que o tema não caia em muitas questões da prova.

Entenda o funcionamento da prova

Em geral, as provas da TED não cobram nenhuma pegadinha maliciosa. Afinal, não é um concurso com vagas restritas, que precisa desse tipo de recurso. O objetivo é outro: buscam cobrir os temas e competências importantes para a prática médica e, por isso, são bem equilibradas de acordo com a prática dermatológica.

Nesse sentido, a nossa coordenadora do curso preparatório de dermatologia tem algumas dicas:

Eu recomendo que o aluno comece estudando com os grandes temas, que caem todos os anos na prova: psoríase, dermatite atópica, neoplasias, micologia e anatomia patológica. Cada vez mais, tem caído a parte de estética e de dermatologia cirúrgica. Mais perto da prova, ele deve revisar os grandes temas e focar na memorização de pequenas detalhes deles.

As “pegadinhas” geralmente envolvem síndromes mais raras e detalhes sobre efeitos medicamentosos.

O aluno precisa prestar atenção do anunciado. Na ansiedade para resolver, ele pode achar que está respondendo sobre

Você pode ir pelo bom senso. Se o candidato está muito preocupado com pegadinhas. Ele pode acabar respondendo incorretamente uma questão simples.

A seguir, apresentamos algumas dicas com base no guia estatístico que fizemos. Para isso, analisamos todas as provas de TED e observamos as tendências dos últimos anos, especialmente 2019.

Entenda como estudar doenças incomuns ou raras

Apesar de grande parte da prova focar em assuntos mais prevalentes na prática, há sempre questões que abordam doenças mais raras. Como há dezenas dessas patologias descritas, o(a) aluno(a) médico(a) precisará de uma metologia de estudo específica. Algumas dicas podem ajudar a organizar melhor o cronograma de estudos:

  • deixar o estudo aprofundado dos assuntos mais raros para o último momento. Isso não significa ignorá-los inicialmente no seu cronograma de estudo, mas não gastar muita energia em memorizar os seus conceitos;
  • normalmente, as provas não cobram detalhadamente assuntos relacionados a doenças raras. O(a) colega médico(a) precisará saber o básico, como epidemiologia, sinais e sintomas das diferentes manifestações clínicas, fatores desencadeantes, diagnóstico diferencial, propedêutica complementar e tratamento;
  • ao contrário das doenças mais prevalentes, em que há uma recorrência muito grande de temas, usualmente não há a repetição de duas patologias raras em provas subsequentes. Então, deve-se deixar o aprofundamento nelas para o último momento, quando estiver seguro em relação aos grandes temas.

Quais são os temas mais frequentes na prova?

A cada prova lança, a AproMed | Ética e Profissionalismo analisa os temas cobrados e atualiza suas estatísticas sobre os mais frequentes, buscando compreender também como eles são abordados. Não olhamos apenas o conteúdo teórico, mas quais competências são avaliadas.

Como nas demais provas médicas, há um padrão de a frequência das questões esterem relacionadas com o impacto social e a prevalência das doenças na população. Então, na hora de estudar, busque refletir sobre como aquele assunto seria importante na prática ambulatorial e hospitalar de dermatologia.

Anatomia e principais dermatoses

Começamos sempre o nosso curso com uma revisão sobre a anatomia, histologia e fisiologia da pele. Afinal, sabemos que o(a) colega médico(a) pode ter dificuldade de se lembrar daquelas estruturas e vias vistas lá no ciclo básico do curso médico, mas que não são tão vistos na prática profissional.

No entanto, esses detalhes caem na prova e são importantes para outros temas. Por exemplo, na última prova objetiva, houve questões básicas, sem nenhuma associação com a clínica de:

  • mecanismos moleculares do processo de apoptose,
  • farmacocinética e farmacodinâmica de anestésicos locais,
  • anatomia da cabeça e pescoço, entre outras.

Além disso, a prova sempre cobra a semiologia básica das principais dermatoses com assuntos, tais quais:

  • interpretação de achados na dermatoscopia;
  • significado e diagnóstico diferencial das lesões elementares;
  • caracterização e diagnóstico diferencial de síndromes dermatológicas;
  • dermatoses fisiológicas na gravidez.

Por ser a base para os demais temas, é o primeiro módulo e seu conteúdo programático inclui:

  • Anatomia e embriologia 
  • Dermatoses eritroescamosas / Psoríase
  • Dermatoses Eritematopapulosas (Liquen Plano e Doenças Liquenóides)
  • Dermatoses Papulo Pruriginosas (Prurido e Prurigos) 
  • Eczemas e Dermatite Atópica 
  • Dermatoses na Gravidez

Discromias, Doenças Metabólicas, Nutricionais e da Mucosa

Outro grande grupo de doenças muito frequente nas provas são as doenças metabólicas e nutricionais, pois elas demandam que o candidato aborde as doenças de forma sistêmica. Então, é muito comum ver questões que versam sobre doenças metabólicas com manifestações cutâneas, mas cobram a identificação de sinais e sintomas em outros sistemas orgânicos.

Em 2019, a questão sobre porfiria pedia que o candidato associasse os diversos tipos da doença com queixas abdominais, cutâneas, neurológicas, hemodinâmicas e psíquicas. Em outra, havia no enunciado uma descrição de uma lesão elementar e se pedia para o candidato identificar o diagnóstico clínico de afecções nutricionais, metabólicas e infecciosas.

Portanto, o segundo módulo do curso preparatório para a prova de título de dermatologia é voltado para essas condições. Além de fortalecer os conceitos básicos, o aluno(a) médico(a) poderá desenvolver um raciocínio clínico integrado da pele com sistemas orgânicos. Vamos cobrir os seguintes conteúdos:

  • Dermatoses Metabólicas (Xantomas, Amiloidose, Porfirias, Mucinoses, Diabetes e a Pele)
  • Doenças da Mucosa 
  • Dermatoses Nutricionais 
  • Fotodermatoses 

Dentre esses temas, vamos destacar a dermatite atópica e os eczemas. Todos os anos, podem-se esperar pelo menos duas perguntas sobre DA e uma ou duas sobre o eczema. Pensando que são 80 questões, elas representam cerca de 5%. Nesse sentido, domine tudo sobre o tema. Nas apostilas da AproMed | Ética e Profissionalismo, o(a) colega médico(a) contará com as informações compiladas com base no que mais cai e as novidades do tratamento da DA.

Doenças Inflamatórias e autoimunes

A prevalência das doenças inflamatórias e autoimunes vem crescendo nos últimos anos. Então, temos notado que a prova tem se preocupado cada vez mais com o tema. Assim, na última prova, questões deste tópico representaram cerca de 10% da prova. Vamos falar de alguns deles a seguir.

A vasculite é uma afecção que surge devido a diversas doenças autoimunes, como a poliarterite e o lúpus eritematoso. Além disso, pode surgir de forma autônoma com uma prevalência razoável. Nesse sentido, as provas sempre abordam esse tema. Em 2019, havia uma questão que demandava o diagnóstico diferencial de acordo com exames laboratoriais (biomarcadores), epidemiologia e fisiopatologia.

A psoríase também é outro tema muito comum nas provas de TED. Por isso, a prova exige que o(a) colega médico(a)saiba as manifestações clínicas, a fisiopatologia e o tratamento de todas as suas variantes.

Por fim, outro tema interessante é o estudo dos efeitos tóxicos dos medicamentos na pele e as reações sistêmicas com impacto sobre o órgão, o extenso grupo das farmacodermias. Com a popularização e diversificação do uso de fármacos, elas são cada vez mais comuns e podem ter consequências gravíssimas. Nesse sentido, não deixe de estudar as complicações das terapêuticas farmacológicas mais usadas, além daquelas mais comuns nos tratamentos dermatológicos.

No nosso curso, falamos detalhadamente sobre os principais temas:

  • vasculites, vasculopatias e púrpuras 
  • urticárias 
  • dermatoses neutrofílicas 
  • paniculites 
  • farmacodermias 
  • processos inflamatórios não-infecciosos 
  • acne, rosácea, ridradenite e dermatites.

Neoplasias malignas

Sem nenhuma dúvida, as neoplasias foram, são e serão os campeões do ranking de frequência de questões. Todos os anos, elas representam cerca de 20% a 30% das questões. A abordagem na prova do TED é completa e bem detalhista: eles podem cobrar desde marcadores biomoleculares até manifestações extracutâneas.

Na prova de 2019, por exemplo, as seguintes competências e conteúdos foram exigidos:

  • identificação das lesões suspeitas de acordo com os padrões de descrição dermatológicos no exame físico;
  • interpretação de laudo anatomopatológico para o diagnóstico diferencial das neoplasias;
  • compreensão e interpretação de escalas de estadiamento anatomopatológico, como o índice de Breslow;
  • epidemiologia, características clínicas e diagnóstico de metástases cutâneas de neoplasias em sítios não contíguos com a pele;
  • inovações tecnológicas, como o mapeamento corporal total, e suas aplicações clínicas. O candidato precisava saber quando indicá-las e a conduta sugerida a partir delas;
  • marcadores imuno-histoquímicos e seus reflexos para o diagnóstico diferencial, prognóstico e o tratamento;
  • prognósticos de acordo com a faixa etária e os achados histológicos;
  • mutações genéticas.

Na AproMed | Ética e Profissionalismo, o(a) aluno(a) médico(a) terá um programa de estudos completo das neoplasias pré-malignas e malignas da pele, desde tumores mais comuns, como o carcinoma basocelular, até os menos prevalentes, como os tumores anexiais e metástases:

  • Dermatoses Epiteliais Pré-Neoplásicas 
  • Dermatoses Epiteliais Malignas 
  • Melanoma 
  • Paraneoplasias e Metástases Cutâneas 
  • Linfomas 
  • Tumores Anexiais II (Sebáceos E Foliculares)

Todos eles caem com muita frequência na prova. Serão cerca de 20 questões que o(a) colega médico(a) pode garantir.

Neoplasias benignas

O câncer de pele é o foco das preocupações dos dermatologistas devido ao excelente prognóstico trazido pelo diagnóstico precoce e às consequências negativas do retardo do tratamento. No entanto, felizmente, não representam o principal motivo das consultas em dermatologias.

Por essa razão, a prova também cobra frequentemente temas relacionados a neoplasias benignas, as quais certamente são as líderes de prevalência nos consultórios e hospitais. Além disso, muito dos temas aqui apresentam conexão com os demais, como a cirurgia dermatológica e as neoplasias malignas. Então, seja direta ou indiretamente, ele é tão frequente quanto o anterior.

Entre as lesões que apareceram na última prova, estão:

  • nevo epidérmico;
  • acantoma de células claras;
  • lentigo solar;
  • nevo comedogênico;
  • lesões granulomatosas.

Nas últimas provas, o tema caiu de forma bem variada, exigindo que o candidato soubesse:

  • as mutações genéticas;
  • a epidemiologia;
  • os fatores predisponentes;
  • o diagnóstico diferencial, entre outros.

Por esse motivo, a AproMed | Ética e Profissionalismo tem um módulo que abarca todos os assuntos que podem cair na prova, como:

  • nevos;
  • neoplasias epiteliais benignas;
  • neoplasias neurais e mesenquimais (queloides, fibromatose, dermatofibroma);
  • tumores mesenquimais e neurais;
  • cistos e neoplasias mesenquimais;
  • tumores anexiais écrinos e apócrinos.

Infectologia dermatológica

Esse é outro tema muito forte nas provas da TED. Na prova de 2019, constituiu cerca de um décimo da prova com questões que abordavam infecções virais e bacterianas. Ele apresentam uma conexão muito forte também com a dermatologia pediátrica. Então, na hora de estudá-lo, preste bastante atenção em pontos que atingem especialmente a faixa entre 0 a 12 anos.

Uma das abordagens mais frequentes da prova é a identificação da provável etiologia de acordo com a descrição das lesões. A partir disso, a prova pode demandar uma série de outras habilidades, como exames recomendados e tratamento.

Dentro disso, podemos identificar algumas tendências. Com as novas descobertas de vírus relacionados a neoplasias da pele e das mucosas, esse ponto será cada vez mais cobrado. Também, a dermatologia apresenta uma interface muito grande com as doenças sexualmente transmissíveis, cuja prevalência tem voltado a crescer nos últimos anos.

A sífilis voltou a ser uma epidemia no Brasil e se tornou uma questão de saúde pública. Em todas as suas manifestações (primária, secundária, terciária e congênita), as lesões de pele são frequentes e bem características. Por essa razão, o tema cai muito na prova de TED. Em 2019, houve 2 questões exclusivas sobre ele. Em 2020, cujo processo seletivo ainda está em andamento, foram 3 questões.

No caso do HIV, é importante focar na identificação de manifestações cutâneas da imunossupressão, como a foliculite pustulosa eosinofílica, e nas infecções oportunistas fúngicas e virais. Desse modo, apenas se aprofundando em HIV e sífilis, o candidato garante 4 a 5% da prova.

Por fim, tradicionalmente, grande parte das peguntas relacionadas à infectologia vai se dedicar a doenças negligenciadas, como a hanseníase, a leishmaniose, as micobacterioses e as parasitoses.

Portanto, recomendamos prestar atenção às seguintes competências:

  • identificar sinais e sintomas dermatológicos e clínicos que apontam para doenças mais graves, como a rubéola e o sarampo;
  • associar quais são os agentes etiológicos de cada lesão;
  • conhecer os oncovírus, a evolução maligna das lesões e o acompanhamento preventivo;
  • entender transmissão cutânea das doenças;
  • reconhecer doenças sexualmente transmissíveis e sua manifestação na pele e nas mucosas.

Dada essa importância, nos módulos da AproMed | Ética e Profissionalismo, o(a) aluno(a) médico(a) terá acesso a uma abordagem completa a temas, como:

  • Leishmaniose 
  • Doenças Granulomatosas Não Infecciosas 
  • Hanseníase 
  • Micobacterioses
  • DST / AIDS 
  • Sífilis e Treponematoses

Dermatologia cirúrgica

A prática da cirurgia ambulatorial dermatológica tem crescido nos últimos anos. Assim, o tema está conquistando cada vez mais espaço na prova. Assim, questões de anestesia e técnica cirúrgica precisam estar no radar de quem está se preparando. Em 2019, caíram:

  • anestesia local;
  • biópsias da pele;
  • criocirurgia;
  • eletrocirurgia;
  • procedimentos minimamente invasivos para o tratamento de neoplasias.

Dermatologia estética

Essa área é cada vez mais presente na vida dos dermatologistas, então a SBD vem cobrando cada vez mais questões técnicas sobre os procedimentos. Entre o temas abordados em 2019, estão:

  • tratamento tópico e sistêmico de melasma, acne e rosácea;
  • mecanismos, indicações e biossegurança do laser no tratamento de lesões patológicas e na estética;
  • indicações, farmacologia e complicações relacionadas aos agentes químicos usados em procedimentos estéticos, como o ácido hialurônico, a toxina botulínica e peelings químicos;
  • técnicas de peeling químico e preenchimento labial.

Todos os temas mais relevantes para a TED sobre a dermatologia cirúrgica e estética são abordados em um módulo exclusivo da AproMed | Ética e Profissionalismo, como:

  • cirurgia dermatológica;
  • anestesia em cirurgia dermatológica; 
  • complicações em cirurgia dermatológica; 
  • biópsias de pele; 
  • eletrocirurgia;
  • criocirurgia;
  • técnica em cirurgia básica;
  • cirurgia da unha;
  • enxertose e retalhos;
  • cirurgia micrográfica; 
  • afecções ulcerosas (úlceras cutâneas);
  • hidroses e tratamento da hiperidrose; 
  • dermatologia estética;
  • peelings em dermatologia;
  • toxina botulínica;
  • preenchedores cutâneos;
  • procedimentos associados à luz;
  • terapia fotodinâmica em dermatologia.

Há alguns temas que caem em praticamente todas as áreas acima e precisam de um maior cuidado na hora de estudar. Contudo, é muito difícil para o aluno médico(a), que provavelmente já tem uma carga horária de trabalho extensa, analisar as provas anteriores.

Então, a análise estatística da AproMed | Ética e Profissionalismo é essencial. Além de guiá-lo na sua jornada, ele serve como base para a elaboração do cronograma do nosso curso e os conteúdos explorados nas aulas. É um curso preparatório que foi feito com o exclusivo objetivo de ajudá-lo a ser aprovado na TED.

Além disso, o aluno contará com um programa de mentoria, que o ajudará a elaborar um cronograma de estudos dentro da sua rotina e acompanhará seu desempenho. Sempre que necessário, o colega médico(a) também poderá tirar dúvidas com ele. Entre em contato e saiba mais!

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Juntos somos mais fortes!

A nossa AproMed | Ética e Profissionalismo oferece uma extraordinária Tríade de Diamantes AproMed: aulas presenciais + aulas digitais para rever à vontade (não temos EAD) + Mentoria Diária AproMed – Projeto Você não está só! – a ser realizada por professores com mestrado ou doutorado, das 8h às 18h e de segunda-feira a sexta-feira. Consulte o regulamento.  

Ao longo de 12 meses, o colega médico será preparado com 192 horas-aulas presenciais, 60 horas-aulas gravadas e mentoria online diária. Tudo isso para garantir aprendizado de excelência e a conquista do título de especialista (RQE). Seguramente, o progresso do médico generalista é a conquista do seu importantíssimo e necessário título de especialista para registrá-lo no CRM. Com o RQE, tudo fica mais fácil. 

Prezado(a) colega médico(a), divulgue este conteúdo para seus colegas médicos. Vamos valorizar o título de especialista registrado no CRM, pois essa ação trará melhoria para a medicina brasileira, além de alertar a todos para a exigência do CFM. 

Saiba mais no nosso site: www.apromed.com.br | 0800 941 7250 ou WhatsApp: (31) 99672-0825.

Instituição de ensino médico AproMed | Ética e Profissionalismo, especializada em curso preparatório para prova de título de médico especialista nas cidades BH SP, DF, RJ e Recife. Aprovamos OU Devolvemos.

O médico pode atuar em todas as especialidades médicas sem restrições. Contudo, o Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio do artigo 117 do novo Código de Ética Médica, exige do médico que divulga sua especialidade em anúncios profissionais de qualquer ordem que, junto ao nome, inclua também seu número do Conselho Regional de Medicina (CRM), com o estado da Federação no qual foi inscrito e o seu Registro de Qualificação de Especialidade (RQE). E, caso o médico não cumpra essa norma, ele estará sujeito a um processo ético administrativo junto ao CRM, visto que se trata de uma infração ao Código de Ética Médica.

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